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130 itens encontrados para ""

  • O que é a dor pélvica crônica?

    Você já ouviu falar sobre dor pélvica crônica? A DPC é uma doença que diminui a qualidade de vida das mulheres, tem um impacto enorme na vida sexual e é frequentemente subdiagnosticada A dor pélvica crônica é uma condição que pode afetar mulheres e homens. Essa condição é bastante desafiadora para ginecologistas. Por isso é fundamental compreender e abordar essa condição de forma abrangente, considerando os diversos aspectos que podem contribuir para seu desenvolvimento, levando em conta o histórico pessoal de cada mulher e sempre acolher essa paciente que na maioria das vezes está com dor e medo. A DPC é caracterizada por dor a região pélvica que persiste por seis meses ou mais. Suas origens podem ser diversas: distúrbios ginecológicos, gastrointestinais, musculoesqueléticos e até mesmo aspectos psicossociais. Possíveis causas ginecológicas da Doença Pélvica Crônica: Endometriose – corresponde a 30% a 70% dos casos de DPC; Adenomiose; Miomas uterinos; Aderências pós-cirúrgicas. Outras causas da Doença Pélvica Crônica Doença inflamatória pélvica; Disfunções do assoalho pélvico; Neuropatia pélvica; Infecções; como a cistite; Síndrome do intestino irritável. Como tratar e diagnosticar O diagnóstico da dor pélvica crônica depende da causa adjacente, bem como seu tratamento.  Isso requer uma avaliação cuidadosa da história clínica da paciente, exames físicos detalhados, exames de sangue que rastreiam infecções, exames de imagem como ultrassonografia, ressonância magnética ou laparoscopia. Em alguns casos, a abordagem multidisciplinar é fundamental. Tratamento Personalizado: Além do tratamento medicamentoso ou cirúrgico, dependendo da causa da dor pélvica crôncica, exercícios específicos podem fortalecer os músculos pélvicos e reduzir a dor. Essa é uma condição muitas vezes subdiagnosticada, mal compreendida e não acolhida por médicos e profissionais da saúde, mas precisamos reiterar que você não deve viver com dor. Isso não é normal e não precisa ser. Você merece ter qualidade de vida e nós estamos aqui para te dar conforto, entender a causa da sua dor e tratá-la o quanto antes. Dor não é frescura. Buscar ajuda não é fraqueza. Você merece viver melhor.

  • Homens trans têm o mesmo risco de desenvolver câncer de mama que mulheres cis?

    Entenda o risco de câncer de mama dos homens trans mastectomizados e sob tratamento hormonal em comparação às mulheres cisgênero Um homem trans nasce com o sexo feminino e faz a transição para o sexo masculino ao longo da vida. Mas seu risco de desenvolver câncer de mama permanece o mesmo? A resposta é depende de alguns fatores. Um dos fatores que faz muita gente pensar que homens trans tenham risco reduzido para o câncer de mama é a terapia de reposição hormonal comumente adotada por eles durante a transição. Mas, embora não tenham fator agravante para o risco de câncer, a terapia de de hormonização masculina e de bloqueio dos hormônios femininos também não possui efeito protetivo. Então o risco permanece o mesmo que teria sem a transição. Já no caso da mastectomia masculinizadora, a cirurgia de retirada das mamas para que o tórax fique com uma aparência masculina, é um fator de redução do risco para o câncer de mama, bem como acontece nas cirurgias de redução de risco em mulheres com alterações genéticas que têm maior risco de desenvolver o câncer de mama. Com menos tecido mamário, as chances diminuem. Homem trans precisa fazer o rastreamento para o câncer de mama Mesmo com a transição de gênero e até mesmo com as cirurgias de redesignação de gênero, o homem trans, que nasceu mulher, precisa fazer regularmente o rastreamento para o câncer de mama. No caso de homens que fizeram a cirurgia íntima e a mastectomia masculinizadora parcial, o intervalo desses exames pode ser maior. Homens que fizeram a retirada total das mamas podem não precisar mais fazer o rastreamento, a depender da orientação do seu médico e de fatores como mutações genéticas, histórico familiar, entre outros. Homens trans que não realizaram a mastectomia devem realizar passar a realizar a mamografia anualmente a partir dos 40 anos ou da recomendação médica. A mastectomia masculinizadora reduz, sim, a chance do desenvolvimento de câncer de mama, mas não zera essa chance, por isso, não abandone sua ginecologista e continue cuidando da sua saúde. Mulheres trans aumentam o risco de câncer de mama No caso das mulheres trans, que nasceram homens e fazem a transição para o gênero feminino, elas nascem com menos risco de desenvolver a doença, afinal o diagnóstico em homens cisgênero corresponde a cerca de 1% dos casos, segundo dados da University Medical Center, de Amsterdan. Contudo, a terapia de reposição hormonal pode desempenhar um papel no aumento desse risco. Portanto, mulheres trans também precisam se submeter às mamografias.

  • Tudo sobre o implante hormonal contraceptivo

    O implante hormonal conhecido como Implanon é o método contraceptivo mais seguro da atualidade. Entenda melhor suas indicações, características e se ele oferece algum risco à saúde O implante contraceptivo hormonal é um método de longa duração para prevenir a gestação indesejada, que, atualmente, é o contraceptivo mais eficaz do mercado. Eficácia do Implanon em relação a outros métodos contraceptivos · Implanon 99,9% · DIU Mirena 99,8% · DIU de cobre 99,2% · Injeção 94% · Pílula 91% · Anel vaginal 91% · Adesivo 91% · Camisinha 82% Como funciona o Implanon? O Implanon é uma pequena haste flexível, geralmente feita de plástico, que mede cerca de dois centímetros e é inserida sob a pele na parte interna do braço, com uma anestesia local e libera continuamente o uma forma sintética do hormônio progesterona, no corpo, o etonogestrel. Esse hormônio inibe a ovulação, impedindo a liberação de óvulos dos ovários. Além disso, ele torna o muco cervical mais espesso, dificultando a passagem dos espermatozoides pelo colo do útero. Também altera o revestimento do útero, tornando-o menos receptivo à implantação de um óvulo fertilizado. Qual é a duração do Implanon? O Implanon tem duração de até três anos na prevenção da gravidez e é atualmente o método contraceptivo mais eficaz do mercado. Implanon e chip da beleza são a mesma coisa? Não, o Implanon e o chip da beleza não são a mesma coisa. Embora ambos sejam implantes hormonais, suas funções são distintas. O Implanon tem a finalidade de ser um anticoncepcional, cujo hormônio de ação é a progesterona sintética, o etonogestrel. Já o chamado ‘chip da beleza’ é um implante de testosterona sintética, a gestrinona, manipulado em um chip qye não possui formulação pronta para utilização, cuja finalidade é estética e usada para aumentar o desempenho físico. Além disso, não é um hormônio contraceptivo. Há, ainda, outras “combinações” também em chip manipulado que podem ser usadas em tratamento de menopausa. O Implanon tem contraindicações? Mesmo sendo um contraceptivo hormonal, o Implanon tem uma liberação gradativa e por isso é baixíssimo em riscos. É contraindicado para pessoas com histórico de trombose ou embolia pulmonar, doença hepática e anormalidades no colo do útero. O Implanon faz engordar? Não, o hormônio de ação do implante contraceptivo não causa ou agrava o aumento de peso. Implanon aumenta risco de câncer? Não, a tecnologia do Implanon faz com que esse seja um método seguro e não aumente o risco do surgimento de câncer de mama. Inclusive existem estudos que mostram que mulheres que usam o Implanon apresentam menor risco para o câncer de ovário, endométrio e colorretal. Pode haver rejeição do corpo ao Implanon? São raros os casos de rejeição do corpo ao Implanon. Bebida alcoólica pode afetar a eficácia do Implanon? Não, a ingestão de bebida alcoólica não afeta a funcionalidade e eficácia do implante contraceptivo. Em quanto tempo após a inserção do Implanon estarei protegida? Após 24 horas da inserção do implante contraceptivo seus hormônios já começam a circular pela corrente sanguínea, mas um período de segurança é de cerca de sete dias. Em quanto tempo após a remoção do Implanon consigo engravidar? A ovulação volta a acontecer no primeiro mês após a remoção do dispositivo. Vantagens do uso do Implanon · É o método contraceptivo mais seguro do mercado; · Controla sintomas da TPM, da síndrome do ovário policístico e da endometriose; · Tem longa duração; · É um contraceptivo reversível; · Ajuda a regular e diminuir o fluxo menstrual para quem tem sangramentos muito intensos. Se você quer saber se o Implanon é o melhor método contraceptivo para o seu estilo de vida e para a sua saúde, agende sua consulta.

  • Climatério e menopausa são fases diferentes, mas ambas precisam de atenção

    Você sabe a diferença entre climatério e menopausa? A gente te fala aqui sobre isso e sobre os cuidados que podem fazer com que essas duas fases sejam menos turbulentas para a saúde da mulher Climatério, menopausa, perimenopausa, afinal, qual é a diferença entre tudo isso? O climatério é a transição do período reprodutivo das mulheres e pessoas com útero para a menopausa, que é a fase não reprodutiva. Quando o climatério acaba começa a menopausa, de fato. Quando começa o climatério? O climatério ocorre, em geral, entre 45 e 55 anos, mas essa idade pode variar para menos ou para mais por conta de alguns fatores, como estado geral de saúde, tratamentos como quimioterapia e radioterapia, doenças autoimunes ou até mesmo a genética, que pode tornar uma pessoa mais propensa a entrar precocemente ou tardiamente no climatério e ter o que chamamos de menopausa precoce e menopausa tardia. O climatério começa com a fase que é chamada de perimenopausa. Diferença entre climatério e perimenopausa O climatério começa com a perimenopausa, o período que antecede a menopausa e que pode durar de alguns meses a anos. Durante a perimenopausa os ovários começam a produzir menos estrogênio e progesterona, por isso muitas mulheres já começam a ter sintomas como: Fogachos e ondas de calor; Insônia e alterações do sono; Sudorese noturna; Alterações de humor, irritabilidade e depressão; Dificuldade de concentração; Fadiga excessiva; Secura vaginal e desconforto na relação sexual; Diminuição ou perda de libido; Aumento de peso e da circunferência abdominal; Posso engravidar no climatério e na perimenopausa? Embora a função reprodutiva comece a diminuir gradativamente no climatério, isso não significa que uma mulher não possa engravidar. Segundo informações da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia), após os 40 anos de idade, as chances de a mulher engravidar reduzem em 30% porque a qualidade dos óvulos é diminuída. Mas essas chances ainda existem e por isso essa é uma faixa de idade que tem grande número de gestações inesperadas e indesejadas, porque as mulheres, ao experimentar os sintomas do climatério, acreditam não serem mais férteis. Então, se uma mulher não deseja engravidar, precisa manter os cuidados com a contracepção mesmo durante o climatério e a perimenopausa. Quando começa a menopausa? A menopausa é quando a mulher deixa de menstruar. Esse marco é contado quando a mulher não menstrua por 12 meses seguidos. A partir daí é considerado o início da menopausa. É possível evitar a menopausa? Embora estudos apontem que uma dieta rica e saudável possa adiar a menopausa, ela é inevitável em algum ponto da vida. Então não, não é possível evitar a menopausa, mas é possível passar por ela de uma maneira muito mais confortável. Por que algumas famosas conseguem engravidar após a menopausa? A gravidez após a menopausa tem sido cada vez mais falada, especialmente após famosas como a atriz brasileira Claudia Raia, anunciarem suas gestações nesse período. Toda mulher já nasce com os óvulos que serão liberados durante a ovulação após a puberdade. Na menopausa, os ovários param de liberar os óvulos porque os folículos, que são as pequenas bolsas que abrigam os óvulos, começam a se degenerar. Com isso, as mulheres não podem mais engravidar. Os óvulos que ainda estão nos ovários após a menopausa não são capazes de se desenvolver e se tornar embriões. Eles se degeneram e são reabsorvidos pelo corpo. Porém o útero ainda pode ser um ambiente propício para abrigar e gestar um feto. Por isso muitas mulheres fazem o congelamento dos seus óvulos, para que possam gestar mesmo após uma idade em que a fecundação natural se torna mais difícil ou impossível. Outra opção é realizar a implantação do óvulo fecundado doado por outra mulher. Menopausa não é o fim da vida Muitas mulheres pensam na menopausa como a última etapa da vida. De certa forma é, mas essa última fase pode ser longa e saudável com um estilo de vida equilibrado e cuidados que vão desde a alimentação até a manutenção da saúde mental. Além disso, a tecnologia possibilita tratar sintomas e desequilíbrios causados pela menopausa, com tratamentos como as terapias de reposição hormonal. Outro tratamento que ajuda a devolver a qualidade de vida da mulher menopausada é o laser íntimo, que trata: Ressecamento vaginal; Falta de elasticidade; Incontinências urinárias de leve a moderadas. A menopausa é um novo começo de uma fase que merece ser vivida com leveza e alegria, afinal, envelhecer é o presente de quem está vivo.

  • Bolinha dolorida, inchada e vermelha na entrada da vagina? Pode ser bartholinite!

    Você já ouviu falar em cisto de Bartholin? Bartolinite? E em bartolinectomia? Hoje a gente te conta mais sobre as causas e o tratamento da bartolinite e sua cirurgia Você sabe o que é tudo isso? Talvez você já tenha até tido, mas não conhecia esse palavrão. Você já sentiu uma bolinha (ou bolona) ali na entrada da vagina que dói e incomoda? Isso pode ser um cisto de Bartholin, um problema bem chato que, que é o “entupimento” da glândula de Bartholin, responsável por produzir um líquido lubrificante que ajuda a manter a vagina úmida e confortável e que fica bem no começo da vagina, perto da parte externa. Que quando “entope”, vira um cisto, que pode crescer bastante. Se esse cisto estiver infectado por uma bactéria , chamamos de Bartholinite. A bartolinite afeta cerca de 2% das mulheres ao longo da vida, normalmente na faixa dos 20 anos de idade. A inflamação da glândula causa um bloqueio dos dutos que liberam esse líquido e forma pequenos cistos, as bolinhas, que ficam cheias dessa secreção. Vale lembrar que nem toda bolinha na entrada da vagina é, necessariamente, sintoma de cisto de Bartolin ou de bartolinite. Outras condições podem ter sinais parecidos, como algumas ISTs e tumores benignos. Sintomas da bartolinite Alguns sintomas comuns e frequentemente percebidos nos casos de bartolinite são: Inchaço e dor na região da vulva; Desconforto durante a penetração; Incômodo vaginal ao andar ou sentar-se; Sensação de febre e um calor desconfortável; Vermelhidão; Presença de um caroço doloroso ou até mesmo de abcessos; Febre em casos de infecção mais severa. Causas da bartolinite O bloqueio da glândula de Bartholin é o que causa o Cisto de Bartholin e leva ao acúmulo de fluidos é o que pode culminar na infecção dessa região. Os gatilhos para que isso aconteça podem ser infecções bacterianas ou lesões. A causa mais frequente da bartolinite é a infecção por bactérias como a Escherichia coli (E. coli), encontrada normalmente no trato gastrointestinal de humanos e de animais. Outras bactérias que podem causar a bartolinite são as causadoras de infecções sexualmente transmissíveis, como gonorréia e clamídia. É possível prevenir a bartolinite? Não, não é possível prevenir a doença, mas alguns hábitos podem evitar os gatilhos que causam a bartolinite, como: Manter bons hábitos de higiene; Fazer a higienização da vulva após o xixi sempre de frente para trás; Praticar sexo seguro para evitar ISTs – com preservativo. A bartolinite é transmissível? Não, a bartolinite NÃO é transmissível, embora possa ser causada por doenças transmissíveis, como a gonorréia e a clamídia. Portanto, caso receba um diagnóstico de bartolinite, fazer um teste para essas doenças pode ser um cuidado bastante interessante para que essa IST possa ser tratada e para evitar a transmissão da doença para outros parceiros sexuais. Tratamento para a bartolinite Na maioria dos casos, o cisto da glândula desaparece / “murcha” espontaneamente, sem a necessidade de tratamentos. Já na Bartolinite é necessário o tratamento , e costuma ser feito com antibióticos, mas em alguns casos é preciso drenar os abcessos de maneira cirúrgica – punção local ou retirada da glândula. É a Bartolinectomia, a cirurgia de remoção da glândula de Bartholin, indicada em alguns casos epecíficos como: Episódios recorrentes de bartolinite sem resposta ao tratamento medicamentoso; Abscesso grande, doloroso ou que causa complicações que necessitam da remoção desse abscesso e da glândula afetada; Caso haja a suspeita de tumor. Como é feita a bartolinectomia? A cirurgia é geralmente um procedimento minimamente invasivo: Ou a a glândula é aberta e suturada para criar uma nova abertura permanente, permitindo a drenagem adequada do fluido. Ou pode ser retirada por completo (que é a Bartolinectomia), e quem decide qual a técnica será o ginecologista. É uma cirurgia relativamente simples, mas requer alguns cuidados no pós-operatório, como passar um período sem relações sexuais, tomar as medicações prescritas de maneira correta e redobrar os cuidados com a higiene íntima. A bartolinectomia afeta a lubrificação vaginal? Apesar de ter um papel na lubrificação vaginal, a remoção da glândula de Bartholin não afeta de maneira tão relevante esse mecanismo porque existem outras glândulas que também têm essa função no organismo. Bartolinite vira câncer? A bartolinite em si não tem potencial de malignidade, mas como qualquer processo inflamatório, pode causar o crescimento desordenado de células que podem sofrer mutação. Quando a bartolinite precisa de tratamento médico? Se os sintomas da bartolinite persistirem ou causarem incômodo suficiente para atrapalhar as suas tarefas do dia a dia, procure sua ginecologista e busque tratamento. Ainda tem dúvidas? Marca uma consulta que a gente esclarece tudo!

  • O que é (e o que não é) um plano de parto?

    O plano de parto é um documento importante que deve ser construído em conjunto, envolvendo a gestante, a equipe composta por médicos, doula, enfermeiros e possivelmente um acompanhante. É algo que dá mais segurança à parturiente, pois é um documento que expressa suas preferências e as decisões tomadas em comum acordo com a equipe, sempre priorizando a segurança e o conforto da gestante. ,

  • Quando fazer a primeira mamografia?

    Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, todas as mulheres devem começar a fazer mamografias anualmente a partir dos 40 anos. Antes dos 40 a mamografia é menos indicada porque as mamas são mais densas, o que prejudica a exatidão dos resultados. Portanto, se você passou dos 40, faça sua mamografia e todos os seus exames periódicos, como o preventivo.

  • Sou uma pessoa com vagina que nunca fez sexo com penetração, preciso fazer papanicolau?

    Sim, precisa! O papanicolau é o principal exame para a detecção do câncer de colo do útero, causado principalmente pelo papiloma vírus humano, o HPV, que é transmissível também por s*xo sem penetração. 😉

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