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130 itens encontrados para ""

  • Papanicolau deve ser feito a partir de qual idade?

    As recomendações da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e do Inca (Instituto Nacional do Câncer) são de começar o exame aos 25 anos de idade. Mas, dependendo do caso, a gente orienta que o papanicolau comece a ser feito antes. Por isso é tão importante consultar a gineco com frequência, pra que a gente leve em conta os protocolos oficiais, claro, mas que também faça adaptações sempre que necessário para adequa-los à sua realidade específica. Cuide-se, e conte com a gente pra te ajudar a fazer isso da melhor maneira possível.

  • Por que amamentação é tão importante

    A gente faz em todo parto e a OMS e a Unicef também recomendam colocar o bebê em contato pele a pele com a mãe imediatamente depois dele sair do útero. E os benefícios disso não se limitam a reforçar o vinculo entre mãe e filho, há muitos outros:⠀ 🔸 esse contato precoce e prolongado (por cerca de 1 hora) pode ajudar a reduzir a mortalidade neonatal⠀ 🔸 o calor da mãe diminui o risco de seu baby ter hipotermia⠀ 🔸 o pequeno identifica a mamãe através do olfato e do som de seus batimentos cardíacos⠀ 🔸 a busca dele pelo peito é um reflexo muito presente nesse momento⠀ 🔸 daí a amamentação ser favorecida e as dificuldades tenderem a ser menores, porém, isso não dispensa ajuda na mamada⠀ 🔸 essa sucção precoce também favorece o desenvolvimento das estruturas da boca e da face do bebê, colaborando para a mastigação, a fala, a respiração e a posição correta do nascimento dos dentinhos ⠀ 🔸 isso sem contar que a sucção ainda estimula o corpo da mulher a liberar ocitocina, um hormônio que ajuda na contração do útero, prevenindo hemorragias.⠀ ⠀ Por isso, converse com o seu obstetra e combine com ele sobre a sua preferência por amamentar assim que seu bebê nascer. E prepare-se para grandes emoções!

  • Parto normal ou cesárea? Saiba tudo sobre a hora de dar a luz

    Conheça os tipos de parto, entenda o que é parto humanizado, e tire suas dúvidas sobre o trabalho de parto e o período pós-parto A chegada do bebê é um momento de expectativa, ansiedade e às vezes de medo. Pensar sobre o parto gera uma série de dúvidas que muitas vezes causam ainda mais incertezas. Por isso estamos aqui para te ajudar nessa jornada. Não é preciso ser mamãe de primeira viagem para ficar cheia de questões sobre a hora do parto, afinal, cada um é diferente do outro, então é preciso contar com elementos-surpresa na hora do trabalho de parto. O parto é um meio da chegada do bebê – o nascimento – e não um fim em si. A escolha da via de parto acontece de acordo com o que a mulher quer e com as suas condições de saúde, sempre com a orientação do obstetra. Conheça os tipos de parto Parto normal ou vaginal – é o parto que acontece por meio das contrações uterinas que levam o bebê a sair por via vaginal. Pode contar com pequenas doses anestésicas para ajudar a aliviar as dores da contração. Mulheres que passam por um parto normal têm uma recuperação muito mais rápida em relação às que fazem uma cesariana. Parto natural – é como o parto normal, mas nesse caso a mulher não recebe qualquer intervenção medicamentosa ou anestésica. O parto natural pode acontecer de diversas maneiras – de cócoras, dentro de uma banheira ou numa cama, da forma mais tradicional. Tudo o que for combinado entre paciente e médico, com segurança, pode ser feito. Nesse tipo de parto não é utilizada a ocitocina sintética. Age apenas o hormônio que já é produzido pela mulher, naturalmente liberado durante o trabalho de parto, em concentrações suficientes para levar às contrações uterinas. Tal ocitocina também é conhecida como hormônio do Amor. Cesárea – a cesárea é polêmica, porque muitas vezes é realizada sem necessidade. O Brasil é campeão mundial no número de cesáreas sem indicação prévia, aliás. A cesárea é indicada para casos em que a mãe tem alguma condição que torna o trabalho de parto pouco seguro para ela e para o bebê, como problemas cardíacos, hipertensão descompensada, gestações com fetos em apresentações anômalas (qualquer uma de não a "de cabeça para baixo", chamada de cefálica) . A cesárea pode, ainda, ser realizada em caráter emergencial, quando há descolamento da placenta, por exemplo, ou o bebê começa a entrar em sofrimento fetal. A contraindicação é o fato de a cesárea oferecer muito mais riscos, afinal, é uma cirurgia e portanto carrega consigo mais riscos de infecções e hemorragias. Além disso, a recuperação pós-parto de quem faz uma cesárea é mais demorada. Parto de lótus – o parto de lótus é uma modalidade que vem sido cada vez mais buscada e consistem em deixar o cordão umbilical sem cortes após o parto, para que o bebê permaneça preso à placenta até que o cordão se separe naturalmente no umbigo. Isso geralmente ocorre dentro de 3 a 10 dias após o nascimento. Não há ainda evidências científicas de que a prática traga riscos ou benefícios. Porém, esperar mais de 3 minutos para cortar o cordão umbilical é, sim, uma prática que aumenta os níveis de hemoglobina, melhora a circulação e reduz riscos de doenças como a enterocolite necrosante. O que é parto humanizado? O parto humanizado não é uma modalidade ou posição de parto. Qualquer tipo de parto pode ser humanizado, pois o que dá essa característica é o fato de a mulher que dá a luz ser a protagonista do momento, de maneira que respeite suas limitações, dores e medos. O parto humanizado faz desse momento uma experiência positiva. Ou seja, é possível, sim, ter uma cesárea humanizada. Um dos elementos mais freqüentes do parto humanizado é a presença da doula, uma assistente de parto, que costuma acompanhar a mulher desde a gravidez e não necessariamente tem formação em saúde. A figura da doula existe muito mais para dar suporte emocional e afetivo para a família que está prestes a se formar – seja qual for a sua configuração. A participação do parceiro ou parceira e da família também é um componente importante do parto humanizado, bem como uma equipe bem treinada para atender sem julgar a paciente. Como saber se você está entrando em trabalho de parto? O trabalho de parto não é algo imediato, começa antes de a mulher perceber, inclusive. Conheça alguns sinais de que a hora da chegada do bebê está próxima: Você começa a ter menos energia para as atividades do cotidiano; Um corrimento com traços de sangue começa dois ou três dias antes de entrar em trabalho de parto, é a saída do tampão mucoso, que fechava o colo do útero; Contrações regulares, com intervalos cada vez menores e reflexos na lombar; Rompimento da bolsa (saco amniótico), com um líquido transparente saindo pela vagina. Contração de “treino” Algumas mulheres vão várias vezes ao hospital achando que estão em trabalho de parto quando, na verdade, se trata da contração de Braxton-Hicks, em que a barriga ou uma parte dela fica momentaneamente muito dura. Essas contrações costumam começar a acontecer por volta da 20ª semana. Recuperação pós-parto O pós-parto de quem faz cesárea pode ser mais demorado. A movimentação demorará mais tempo do que para quem passou por um parto vaginal e o cuidado com os pontos precisa ser bastante rigoroso. Por outro lado, mulheres que passam por parto vaginal costumam sentir dores na vagina e cólicas, devido ao retorno do útero ao tamanho natural – que acontece mais rápido nesse caso. Mas é preciso falar sobre o estado mental das mulheres no pós-parto. Parir é uma injeção de substâncias diversas no organismo e um misto de emoções muito contraditórias. Amor e medo, admiração e cansaço, a companhia constante do bebê e mesmo assim um sentimento muito profundo de solidão. Isso é um pós-parto normal, com crises de choro, sensação de que nada dá certo ou de que você não faz nada certo, não conseguirá criar o bebê e ele sofrerá por sua culpa. O início da maternidade não são flores. Mas isso é comum e na maioria das vezes passa. Mas quando não passa, pode se intensificar e transformar-se em depressão pós-parto. Sintomas da depressão pós-parto Tristeza ou mudanças graves de humor Choro excessivo Dificuldade de se relacionar com seu bebê Distanciamento da família e amigos Perda de apetite ou comer muito mais que o normal Incapacidade de dormir (insônia) ou dormir demais Fadiga avassaladora ou perda de energia Menor interesse e prazer nas atividades de que você gostava Irritabilidade e raiva intensas Medo de não ser uma boa mãe Desesperança Sentimentos de inutilidade, vergonha, culpa ou inadequação Menor capacidade de pensar com clareza, concentrar-se ou tomar decisões Inquietação Ansiedade grave e ataques de pânico Pensamentos de prejudicar você ou seu bebê Pensamentos recorrentes de morte ou suicídio A depressão pós-parto não é frescura e não é uma forma de a mulher “chamar a atenção”. Se não tratada pode durar muitos meses ou mais e causar danos muito severos à saúde da mulher. Portanto, se você perceber esses sinais, peça ajuda. E se perceber esses sinais em alguma mamãe perto de você, ofereça a sua ajuda, muitas vezes quem sofre com a depressão não sabe reconhecer o que está acontecendo.

  • Janeiro Verde: Mês da prevenção do câncer de colo de útero

    Meninas, o câncer de colo de útero é o 3º tipo de tumor mais frequente entre as brasileiras e a 4ª causa de morte de mulheres no Brasil. Mas, quando diagnosticado em fase inicial, as chances de cura podem chegar a 100%! Por isso, tome a vacina contra o HPV, se possível antes de iniciar a vida sexual, e mantenha o papanicolau em dia, já que ele é o principal exame para detectar lesões precursoras do câncer de colo de útero. Na dúvida, fale com a gente. Vai ser um prazer te receber.

  • Sexualidade na menopausa: existe vida sexual após o climatério

    As mudanças no corpo que chegam com a menopausa podem afetar a vida sexual, os relacionamentos afetivos e a autoestima, mas a diminuição natural da libido com a menopausa tem tratamento e não precisa ser o fim da sua atividade sexual Uma das características mais marcantes e inconvenientes da menopausa é a diminuição da libido que acontece em conjunto com todo o resto. Isso acontece por conta de uma queda drástica nos níveis de estrogênio, que causam ressecamento e atrofia vaginal e fazem com que o ato sexual possa ser mais doloroso do que prazeroso. Além do fator fisiológico, que é real e não pode ser subestimado, existe também o lado psicológico, com todas as alterações físicas e toda a atmosfera “terrorista” que se faz quando o assunto é a menopausa. Existe muita pressão em cima das mulheres quando estão envelhecendo. Pois veja só, envelhecer não é crime e a menopausa nada mais é que uma transição da vida – como qualquer outra. Mas quanto mais bem resolvida e mentalmente saudável você estiver, melhor passará por esse momento sem crises e com uma nova perspectiva em relação a si mesma. Isso pode ser bastante fascinante se avaliado com clareza e coração aberto. Sexo na menopausa: mudanças e adaptações A secura vaginal, a dor, os fogachos, tudo parece conspirar contra uma vida sexual ativa para as mulheres que estão na menopausa. Mas esses contratempos não são uma pá de terra na atividade sexual dessas mulheres. Em geral, o desejo sexual diminui gradualmente com a idade mais avançada, tanto em homens quanto em mulheres, mas as mulheres têm duas a três vezes mais chances de serem afetadas por um declínio no desejo sexual à medida que envelhecem. Apesar de ser freqüente, isso não precisa ser uma regra e nem sempre o é. Algumas mulheres têm uma grande diminuição no desejo sexual a partir da meia-idade, enquanto outras não notam mudança alguma nessa fase e outras relatam até mesmo um aumento do interesse pelo sexo na meia-idade, especialmente pela liberdade de não precisarem mais de contracepção. Falta de desejo feminino e dor no sexo durante a menopausa A falta de desejo feminino tem a ver também com a quantidade de sangue que chega até a vagina durante os estímulos que levam à excitação. Durante e após a menopausa, a secura vaginal pode ser tratada com lubrificantes solúveis em água. Evite usar tipos de lubrificantes que não são solúveis em água, como a vaselina, pois podem enfraquecer o látex da camisinha. Se você não tem um parceiro ou parceira fixo, deve continuar usando preservativos até que seu médico confirme que você não está mais ovulando - e também para evitar contrair uma DST. Lubrificantes não solúveis em água também podem ser um meio para o crescimento bacteriano, particularmente em uma pessoa cujo sistema imunológico foi enfraquecido por tratamentos como a quimioterapia. A importância de fortalecer a autoestima durante a menopausa Quando as mulheres entram no período conhecido como menopausa passam a enfrentar uma série de conflitos pessoais, especialmente se isso acontece quando estão no auge da vida profissional, sexual e emocional. Felizmente, os tempos estão mudando. A visão de que a menopausa é o começo do fim não mais existe, mesmo porque é falsa! De muitas maneiras, é realmente o começo de um período que pode ser bastante empolgante na vida de uma mulher, com filhos já crescidos, novas possibilidades e a estabilidade emocional que nem sempre existe aos 20 ou 30. Por isso sua vida deve ser mais do que simplesmente sobreviver à menopausa. Existem horizontes que podem e devem ser expandidos. De fato, muitas mulheres relatam ter descoberto maior liberdade e maior autoconfiança à medida que passam pela menopausa. Portanto, concentre-se em abraçar a mudança e redescobrir aspectos positivos de sua vida. Use esse tempo de transição para começar a experimentar coisas novas e explorar diferentes possibilidades. Criar pontos de vista positivos em sua vida poderá ajudar muito a aumentar sua autoestima e dará uma perspectiva mais otimista dessa nova fase. Foi-se o tempo em que as mulheres tinham que sofrer em silêncio durante a menopausa e fazer disso um martírio. Hoje, muitos recursos estão disponíveis para ajudá-la a traçar uma rota pessoal e muito interessante nessa nova jornada. Portanto, leia, eduque-se e discuta suas idéias ou preocupações com seu médico e outras mulheres que podem estar passando pelo mesmo processo. Diversas pesquisas sugerem que as mulheres que estão mais informadas sobre as escolhas que têm e os desafios que a menopausa pode trazer têm muito mais probabilidade de se sentirem positivas com a experiência. Aproveite a jornada, embarque num processo de autoconhecimento. Conheça a si mesma e se reconheça. Esse é um novo começo e pode ser muito melhor do que você possa imaginar.

  • HIV∕Aids, prevenir é sempre a melhor escolha

    Agora em dezembro foi divulgado o Boletim Epidemiológico HIV∕Aids e ele trouxe dados que a gente, como mãe, namorada, esposa, solta na pista, precisa ficar de olho: houve um aumento de 29% no número de casos entre meninos de 15 a 19 anos de idade!!! e entre os que têm 20 e 24 anos, o crescimento foi de 20%!!! Imagina, isso dá 1 a cada 5 sendo infectado pelo vírus HIV! entre as mulheres, olha que máximo: foram registradas quedas em TODAS as faixas etárias, sendo que a mais expressiva (de 61%!) aconteceu entre as que têm 30 e 34 anos. Por trás desses dados a gente entende que as mulheres estão se cuidando mais. E é isso aí, meninas, prevenir é sempre a melhor escolha! Mas agora bora ajudar nossos meninos a também se cuidarem?

  • 3 motivos por que a gente ama calcinha de algodão no verão (e nas outras estações também!)

    A fibra natural deixa a Diva ‘respirar’ e absorve o suor, o que é importantíssimo para manter o equilíbrio da flora vaginal. O algodão não aperta nem gruda na vulva, como acontece com a renda e o fio dental, que podem ser usados, mas, de preferência, em ocasiões especiais. Tecidos sintéticos retêm calor e umidade, o que favorece a proliferação de micro-organismos que causam coceira, mau cheiro, corrimento...

  • Colocar silicone depois de tratar um câncer de mama é possível?

    Colocar silicone depois de tratar um câncer de mama é perfeitamente possível. 🤗 E até recomendável, como parte do processo de resgate da autoestima. Mas, é preciso tomar alguns cuidados. Continue no vídeo que eu te conto melhor! 😍❤️

  • Nunca fui ao ginecologista: como é a primeira vez?

    A primeira vez no ginecologista é o começo da construção de uma relação que deve ser de confiança, paciência e até mesmo cumplicidade. “Será que devo ir no ginecologista sozinha”? O que o ginecologista faz na primeira consulta? A primeira vez em que uma garota vai ao ginecologista é também um momento de transição, tão importante quanto muitos outros no início da vida adulta (do ponto de vista biológico, após menstruar toda mulher está madura). Nossa, são tantas perguntas a fazer, tanta vergonha de falar de tudo, mas, calma, isso não é um bicho de sete cabeças. Primeira consulta no ginecologista sozinha: será que posso? Após os primeiros sinais de puberdade é recomendável levar as garotas para a sua primeira vez no ginecologista. Mas ainda existem alguns tabus, como a ‘nóia’ de contar e perguntar na frente da mãe e morrer de vergonha de expor desejos, medos e experiências. Mas a verdade é que toda menina tem como direito adquirido por lei a possibilidade de entrar na consulta com o ginecologista sem qualquer acompanhante e o médico deve guardar sigilo do que quer que aconteça dentro da salinha – a menos em casos de doenças e complicações em pacientes menores de idade. O que o ginecologista faz na primeira consulta? Se o seu medo é o exame de toque ou algo muito invasivo, como o papanicolau, na primeira consulta com o ginecologista, relaxa, se você for virgem isso provavelmente não vai acontecer. Esse primeiro contato entre médica e paciente serve muito mais para oferecer orientações gerais sobre anatomia, higiene e cuidados, tirar dúvidas e falar sobre sexo seguro. Mas isso não torna esse encontro menos importante, pois será o início de uma relação que pode durar por muitos anos e deve ser o mais honesta possível – das duas partes. Sua gineco NÃO está lá para te julgar, para te condenar ou para contar tudo o que você faz ou sente vontade de fazer para os seus pais ou responsáveis. Pelo contrário. A responsabilidade de qualquer ginecologista é, em primeiríssimo lugar, com sua paciente. Essa primeira consulta com sua ginecologista é importantíssima para falar e esclarecer mais sobre o diagnóstico precoce de doenças e sua prevenção. Além disso, tomar a vacina do HPV é um dos cuidados mais essenciais para as adolescentes brasileiras – e uma maneira de prevenir muita coisa horrível, como o câncer cervical. Nunca fui ao ginecologista, mas não sou mais virgem Calma, calma, não precisa se desesperar. Isso não é um crime, embora não seja ideal e seu médico não será o detetive dos seus familiares. A palavra-chave aqui, mais uma vez é, honestidade. Tua gineco não será a pessoa a julgar suas escolhas, mas pode te orientar para que o sexo seja mais gostoso e seguro. É difícil não sentir vergonha de falar da primeira vez, de beijos, amassos, sexo, masturbação, secreções, menstruação, desejo sexual, dores durante o sexo, mas se você se esforçar um pouco pode aproveitar muito mais sua consulta e fazer dela uma ferramenta para aproveitar muito mais a vida. Dúvidas comuns da primeira vez no ginecologista Sua visita ao ginecologista não é só sobre sexo. É sobre hormônios, mudanças corporais e de comportamento, enfim, é uma maneira de conhecer seu próprio corpo e especialmente seus órgãos reprodutores por meio da vagina. Se você ainda é virgem, provavelmente não precisará de um exame de toque ou papanicolau, portanto, fique tranquila, mas, caso precise, ele não deverá doer e caso doa, avise, os instrumentos usados vêm em tamanhos diferentes e não picam ou cortam, apenas abrem um pouco a cavidade para melhorar a visualização do interior da vagina. Prepare-se para dar mais detalhes sobre seu ciclo menstrual, por exemplo, isso pode dar uma boa idéia de como anda a sua saúde reprodutora e ajudará sua gineco a decidir, por exemplo, qual pode ser o melhor tipo de contraceptivo para ser usado em conjunto com a camisinha. Uma coisa que pode ajudar é, caso seja possível, perguntar para a sua família sobre o histórico médico das mulheres, não apenas de doenças, mas problemas menstruais, dificuldades em engravidar e coisas do tipo. O mais importante aqui é que você tenha plena consciência de que nas suas consultas com o ginecologista, quem deve estar no controle é você e caso aconteça alguma coisa que te faça se sentir desconfortável, questione, afinal, é da sua saúde que isso se trata e não há mal nenhum em perguntar, não é mesmo?

  • Gravidez e pré-natal na homoafetividade

    Tenho feito pré-natal com alguns casais de meninas. 👩‍❤️‍👩 Num deles, inclusive, já estou acompanhando a segunda gestação. 🤰👩‍👩‍👧‍👦 Por essa vivência, achei importante trazer algumas informações em torno do trabalho do obstetra na homoafetividade. 🥰👩‍👩‍👦

  • Quais os riscos de ter infecção urinária na gravidez?

    Na verdade, toda mulher está suscetível a ter infecção urinária, inclusive na gravidez, por causa da anatomia do aparelho urinário feminino – muito próximo ao ânus. O que justifica a importância de redobrar os cuidados com a higiene íntima. E, falando especificamente sobre a gestação, o problema está em não tratar da maneira adequada, conforme a orientação do seu obstetra. Porque aí há o risco da infecção subir (literalmente) e atingir os rins, podendo levar ao parto prematuro e, em casos mais graves, à uma infecção generalizada na mãe. Evitar complicações desse tipo também é função do pré-natal, assim como a necessidade de você avisar seu médico sempre que sentir desconfortos ou dores ao fazer xixi, urgência de ir ao banheiro (isso não é normal, mesmo na gestação!), notar mudança na cor e no cheiro da sua urina ou ter a sensação de peso na bexiga. Cuide-se, e conte com a gente pra te ajudar nisso.

  • Libido também é papo de ginecologista

    Muita gente acha que o desejo sexual está relacionado apenas aos hormônios sexuais, tanto que chega a pedir pro gineco solicitar exames de contagem hormonal, pra ver como as coisas estão. Pode ser que realmente haja essa relação, mas também pode ser que não. Afinal, há um componente muito importante na participação da libido, ou na falta da dela: o cérebro, e mais especificamente as emoções. Por isso não se cobre em ser a “rainha do sexo e da libido sempre nas alturas” em 100% do tempo. Isso não existe, porque ao longo da vida o desejo pode alternar entre picos estratosféricos, quedas profundas e um meio termo por uma série de motivos, entre eles: uso de anticoncepcionais à base de hormônios alterações hormonais típicas da menopausa e da pós-menopausa problemas na tireoide gestação (e também gestações, no plural) transtornos de humor, como ansiedade e depressão estresse condições que deixam o sexo dolorido, caso da endometriose e do vaginismo, por exemplo Por isso, em vez de se culpar, procure um gineco da confiança para entender o que pode estar por trás das alterações no seu corpo e que impactam na libido. Ele vai saber te ajudar com o tratamento mais adequado para o seu caso específico.

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